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quarta-feira, 1 de março de 2017

Pêras Bêbedas

18:36:00









Ingredientes:

  • Pêras (8)
  • Água ( 200 ml)
  • Açúcar (200 g)
  • Vinho tinto (700 ml)
  • Limão (1)
  • Erva-doce em grão (1 colher de chá)
  • Vinho do Porto (1 cálice)
  • Canela (1 pau)

Preparação:

  Descascam-se as pêras inteiras mantendo-lhes o pé e envolvem-se em sumo de um limão.
Enche-se um recipiente com água e junta-se o açúcar. Leva-se ao lume. Adiciona-se o vinho tinto e deixa-se levantar fervura.
Junta-se o pau de canela, uma colher de chá de erva-doce e duas casca de limão. Introduzem-se as pêras e deixa-se cozer em lume brando até ficarem macias.
Quando estiverem prontas retiram-se com cuidado para uma taça.
Mantém-se no lume o vinho com o açúcar e junta-se o vinho do Porto. Deixa-se ferver até a calda apresentar um aspecto de xarope.
Nessa altura, retira-se o molho do lume, coamos a erva-doce para que o xarope fique totalmente liquido. Feito isto, derrama-se o xarope sobre as pêras.
Deixa-se arrefecer e depois refrescar no frigorífico. 
Servem-se bem frescas, regando o xarope por cima.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Basta!

23:34:00

Basta que vivas o agora para perceber que eu estou aqui, para ti, por nós.
Basta que mandes fora a desconfiança, quando nunca te dei motivos para tal.
Basta que me dispas com a mente e vejas quem sempre aqui esteve para ti.
Não procures erros que nunca cometi, não me pintes numa tela, a que nunca vi tons.
Não sonhes com quem nunca serei, não sou perfeito e assim será... mesmo tentando ser mais... por ti, por nós.
Acaba com a merda da melancolia, com a guerra acesa, com o sufoco de espinhos... para, para e aproveita cada momento, porque mesmo havendo amor o amanhã nunca é homem de palavra e a vida pode ser madrasta... para e sente cada mostra de carinho, de felicidade, de tudo o que me fazes sentir... sê o melhor de ti... porque estou aqui para te dar a mão.



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

"De que adianta..."

15:22:00

Não sei para que insistes em estar comigo se no fundo não te chego.
De que adianta dormirmos juntos, passearmos juntos, filmes, jantares, noites em claro, se com tanto do que há de melhor o que tens a realçar é a tua falta de confiança em mim, em ti, em ambos. Tudo porque eu para ti não sou eu, eu para ti sou o cargo que ocupo, o de namorado, deixei de ser eu para ser uma figura moldada por tantos outros mais imperfeitos e desonestos que o agora, que o presente. Diz-me como se pode amar se não se respeita, não se confia, não se crê, não chega?
Deixa de procurar alguém que não existe, de ver sombras e fantasmas, de prever o imprevisível. A obsessão não serve o amor, desfaz o mesmo até que suma em rios de cansaço.