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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"Serás sempre o existir"

Somente tu, tu mar, de um tom majestoso, tu que encaras a terra de cabeça erguida, que enrolas as tuas ideias no areal de maneira tão sincera quanto deves e podes, és alma eterna do meu ser, do meu bem estar, do saber e do melhorar. Liberas de tal maneira a incompreensão do existir, que tudo parece mais fácil para os que se dão como perdidos por caminhos árduos. 
A ti libero o meu corpo pois da alma já fazes parte, regalo-te a honestidade e simplicidade de mim, a maturidade para o entender e a imaturidade para a ajuda,  faz de mim búzio de maneira a que possa absorver o teu saber e aos outros transmiti-lo, liberta os sons para mim, mostra-te a quem te quer ver pois há quem te procure eternamente e eu, que a procura já deixei passar basta-me o compreender e o aplaudir-te.
Mar, que com avinco serás sempre o mar, o saber, o existir.