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domingo, 18 de novembro de 2012

"Nós ditamos a nossa felicidade"

Nascemos num mundo de desavenças e crueldades, ou nos acabamos por remeter à triste forma de vida que nos lança amarras quase infinitas, ou erguemos a cabeça e de olhos iluminados fugimos daqueles que nos querem enclausurar.
A nossa alma, uma ave esperançosa de se soltar e exibir as suas gloriosas asas, de voar de forma sublime e majestosa, pelo aqueles que são, os sopros da vida, até que não exista o amanhã.
O sol ternurento, que até mesmo àquelas pobres prisioneiras, que infelizmente se mantêm assim, por não terem coragem de ser felizes, ilumina-as, até que dêem o seu ultimo sopro, com esperança, que um dia se revoltem e soltem gritos de liberdade, gritos de felicidade. A Lua, rainha das marés e das noites flamejantes de amor, é a prova contínua do Sol, que a esperança existe, mas mesmo assim, muitos quase que afogados em lágrimas, viram-lhes as costas.
A vida é a nossa maior dádiva e a maior prova, que nós ditamos a nossa felicidade, a qual, se encontra nos mais ínfimos detalhes, a qual, se mostra de forma amorosa, basta apenas, que os que a desejam, tenham força ínfima de a procurar.