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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Pequeno trecho da história que estou a escrever

“ Cátna, rainha da legião pura,
     tudo fez para que o seu amor fosse correspondido,
     ordenou que capturassem, o seu amado, que fossem à sua procura,
     do filho eterno da região do sul, Átniél, o destemido!

    Assim foi tomado o destino do eterno, do amado e aos raptores lhes fora ordenado
    que a sua mulher e seus dois filhos,
    fossem mortos, de pé e acordados,
    que o bravo, olhasse obrigado e percebesse, que ele só a ela lhe pertence e que assim seria julgado.

   O destemido ficara derrotado, caíra de joelhos ao chão e gritara aos deuses,
  lágrimas afogavam-lhe o rosto e o pobre coitado, sem voz ficara a partir dai, totalmente petrificado.
  Foi lançado a uma jaula, como se de um animal se tratasse,
  mas a ele pouco lhe importava,  para ele não existia esperança que ficasse!

Foi levado à península dos puros enjaulado e acorrentado,
por onde passara, todos o olhavam, mas ninguém o socorria,
os puros eram temidos por vários povos, em todos os reinos e condados,
pararam numa aldeia para abastecerem e uma menina parara, olhara para ele e sorria.

Pareceu-lhe a ele, a sua adorada filha, a pequena apanhou assim uma flor,
esticou o braço e o pobre enjaulado ergueu o braço e aceitou,
os raptores viram e não permitiam, pontapearam a menina e esta fica pálida sem cor,
ergueu-se o destemido, roubou a espada de um deles e bem alto gritou;

Prestes a ser maltratado, um dos raptores é esfaqueado,
fora o pai da pequena que chegara em sua defesa,
Olhou agora o raptor, correndo embasbacado,
fora então a oportunidade do acorrentado, lançou a faca e fez do raptor a sua presa!

O pobre aldeão agradeceu ao seu salvador,
libertou-o e este apenas um cavalo pediu,
ofereceu uma flor à menina, que de novo lhe sorria,
tomou as rédeas e direito à floresta do sopé da montanha sumiu.

Procurou por Mórgul o feiticeiro de Acanmör,
queria vingança pelas pessoas que amava,
este lhe pediu que entrasse no circulo de fogo, mesmo que lhe causasse ardor,
Ázmirr o espirito das profundezas, fora libertado e assim o dominava,

A única condição, era claro, que o destemido fosse vingado,
que a rainha fosse expulsa de toda a ADARA,
que caísse para sempre no vazio imaculado,
ficasse destinada então, a morrer, pela lâmina da sua espada!

Os olhos de Átniél assumiram a forma de duas lagrimas negras,
a sua boca fora apagada pois a partir de hoje, o bravo não comia nem diria mais nada,
formou-se a espada eleita ao desfecho, forjada na putrião das profundezas,
o seu espirito ficara então, misturado com o de Ázmirr, até que a rainha fosse derrotada, que não sai-se ilesa  “